MIC apresentou lista de candidatos a Santana do Mato
Foi no passado dia 30 de Maio de 2009, que o MIC apresentou no centro Social de Santana do Mato, a sua lista de Candidatos à Junta e Freguesia local.
Abel Matos Santos, porta-voz do movimento, fez a apresentação, referindo a necessidade das populações poderem “ter uma voz plena e activa na resolução dos seus problemas e anseios” dado que “os partidos não têm sabido governar o país nas últimas décadas, só se têm preocupado em governar a si mesmos, deixando as populações sem soluções e descontentes”, pelo que no “actual panorama político português as populações só serão plenamente representadas através dos independentes”. De seguida apresentou o cabeça de lista Manuel João Pascoal, que foi ovacionado pelos presentes.
Manuel João Pascoal é o candidato a Presidente da Junta de Freguesia de Santana do Mato – Coruche, tem 34 anos, é técnico de Farmácia, casado e tem uma filha, natural e residente na Brejoeira - Santana do Mato numa rua com o nome do seu Avô, também ele de Santana.
Pessoa séria, credível e respeitada por todos, congregou à sua volta uma equipa digna de respeito, com homens e mulheres das mais diversas profissões e competências que têm como missão revitalizar a Junta de Santana e envolver a comunidade na melhoria das condições de vida da população.
Manuel Pascoal apresentou de seguida toda a sua equipa, referindo as principais linhas programáticas, que assentam em:
- Protocolo de utilização e rentabilização do Centro Social - Criação de um Centro de Dia - Apoio Domiciliário na Freguesia - Cuidados de Saúde Primários - Criação de Creche/Jardim infantil - Interligação das Freguesias: eixos Santana - Courelinha - Couço; Santana - Brejoeira - Rebocho e Santana - Carapuções - S.Torcato
Lista do grupo de cidadãos eleitores candidatos à Assembleia de Freguesia de SANTANA DO MATO, pelo MIC – Movimento Independente de Cidadãos por Coruche:
CANDIDATOS EFECTIVOS
1 – Manuel João Ferreira Pascoal, de 34 anos de idade, Técnico de Farmácia. 2 – José Carlos Santos Duarte Ferreira, de 43 anos de idade, Vigilante da Natureza. 3 – Vanda Mafalda Martins Alves, de 31 anos de idade, Engenheira. 4 – Élia Cristina Marques Neves, de 25 anos de idade, Psicóloga. 5 – Custódio Aníbal Gafaniz, de 57 anos de idade, Feitor Agrícola. 6 – João José Prates, de 49 anos de idade, Trabalhador Agrícola. 7 – Vera Mónica Nunes Castanhas, de 32 anos de idade, Arquitecta. 8 – Helena José Casinhas Ferreira, de 28 anos de idade, Educadora de Infância. 9 – Liliana de Jesus Ferreira Gafaniz, de 23 anos de idade, Educadora Social.
CANDIDATOS SUPLENTES
1 – Silvestre Paulo Monteiro da Fonseca, de 35 anos, Encarregado de Manutenção. 2 – Celestino Filipe Constantino Matias, de 34 anos, Trabalhador Agrícola. 3 – Esmeralda Cristina Beco Marques, de 28 anos, Empresária. 4 – Fortunato Augusto Martins Ramos, de 48 anos, Gestor Hoteleiro.
Excerto áudio da intervenção de Manuel João Pascoal
Terça, 12 Maio 2009 19:17
MIC no Programa "Portugal em Directo" da RTP
clique na imagem abaixo para ver o vídeo...
A valorização turística de Coruche passa em larga medida pelo Centro Histórico, pela vila. Nele se encontram as Igrejas, muitos dos restaurantes, a Praça de Touros ou o Museu Municipal desenrolando-se no núcleo central da vila grande parte dos eventos com capacidade de atrair turistas ao concelho. Simultaneamente é um direito de todos os Coruchenses verem salvaguardada a sua segurança e dos seus bens e um dever por parte da autarquia a adopção de medidas que protejam esses mesmos direitos.
Por estas razões não compreendemos como pode o Centro Histórico continuar a degradar-se progressivamente com um número crescente de edifícios abandonados e devolutos.
A segurança de todos tem de ser uma prioridade. Os prédios devolutos correm não só o risco de ruína, total ou parcial, como podem mesmo ser a causa de incêndios ou abrigo de delinquentes. Muitas das ruas, de difícil acesso por parte de viaturas de combate a incêndios, são hoje verdadeiros desastres em construção, não sendo improvável que algum cause grande dano aos que, cumprindo com os seus deveres de cidadãos têm de ver garantidos os seus direitos.
O MIC, Movimento Independente de Cidadãos por Coruche defende a revitalização do Centro Histórico, passando pelo estímulo ao próprio comércio tradicional e a adopção de medidas que promovam acções em dois sentidos. Por um lado prevenir a degradação dos edifícios antes que estes atinjam um ponto crítico e, por outro, medidas activas quando as primeiras já não se aplicam, especialmente nos casos em que a segurança esteja em causa ou quando os proprietários se negam deliberadamente a colaborar motivados apenas por interesses pessoais e especulativos.
Existem, na legislação, medidas aplicáveis a edifícios devolutos podendo passar pela duplicação do I.M.I. sobre essas construções ou até a expropriação por motivos de interesse público, que devem ser aplicadas quando as soluções negociadas não são possíveis.
É urgente agir antes que Coruche se torne numa vila descaracterizada, sem alma, arruinada e sem vida.
Será que podemos viver hoje em segurança no Centro Histórico de Coruche?
Será que podemos atrair o turismo quando uma grande parte daquilo que trás beleza ao concelho está em ruínas?
Edifícios devolutos são INCOMPATÍVEIS com uma vila com vida, segura e atractiva.